quinta-feira, 20 de maio de 2010

Dia da Marinha


Hoje, dia 20 de Maio, comemora-se o Dia da Marinha, data que evoca a chegada da Armada de Vasco da Gama a Calecute em 1498.

Das inúmeras iniciativas que marcam o Dia da Marinha, destacam-se as que estão a decorrer em Portimão, desde o dia 15 e irão prolongar-se até ao dia 23 de Maio. Destacando-se o dia 23 de Maio, pelas 10h00, com a missa em sufrágio dos militares, militarizados e civis da Marinha falecidos. Seguindo-se a Cerimónia Militar na Zona Ribeirinha de Portimão. Durante a tarde, com início às 15h30, na Praia da Marina, realizam-se Exercícios de Demonstração de Capacidades e a Largada dos Navios.

O Dia da Marinha será também assinalado um pouco por todo o país, onde a Marinha tem representação e para o qual o público é convidado a participar. De referir que em Lisboa a comemoração será assinalada com a abertura ao público, de forma gratuita, do Museu de Marinha, do Planetário Calouste Gulbenkian e do Aquário Vasco da Gama.


No Norte, o Farol de Leça irá estar disponível para visitas em 20 de Maio.
O navio patrulha “Cacine” irá estar aberto a visitas nos dias 22 e 23 de Maio, atracado no cais do marégrafo junto à marina do porto de Leixões. A Lancha de Fiscalização “Rio Minho” irá estar aberta a visitas em 20, 22 e 23 de Maio, atracada no cais de Vila Nova de Cerveira. Os interessados poderão visitar o farol e os navios nos períodos das 10h00 às 12h00 e das 14h00 às 18h00 durante os dias referidos.

Na Madeira, realiza-se uma cerimónia de homenagem aos marinheiros falecidos a bordo do NRP Cuanza, uma cerimónia militar, regatas de canoas típicas, prova organizada pela Associação Náutica da Madeira, e irá estar aberto a visitas o NRP Cuanza, este navio realizará nos dias 22 e 23 de Maio Baptismos de Mar, entre as 09h30 -12h30 e as 14h30-17h30.


Nos Açores vão estar abertos a visitas os seguintes Faróis: Gonçalo Velho, Ferraria (Ginetes), Ponta Garça e Arnel (Nordeste), realizam-se ainda baptismos de mar e regatas.


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Fonte:
Marinha Portuguesa (in: www.marinha.pt)
Foto: daqui



quarta-feira, 19 de maio de 2010

Tripulação de Esgueira numa aventura pelos canais da Ria de Aveiro






Moliceiro é o nome dado aos barcos que circulam na Ria de Aveiro, região lagunar do Rio Vouga. Esta embarcação era originalmente utilizada para a apanha do moliço, mas actualmente é mais usada para fins turísticos. É um dos ex-líbris de Aveiro, em conjunto com os Ovos-moles e a Universidade de Aveiro.

De entre os barcos típicos da região, o moliceiro é considerado o mais elegante; apesar da decoração colorida e humorística, é um barco de trabalho para a apanha do moliço, o qual era a principal fonte de adubagem nas terras agrícolas de Aveiro. Mas, teve também outras tarefas, como as agrícolas, ligadas às margens lagunares, transportando alfaias, sementes e cereais, fertilizantes animais, lenha, mobiliário e até gado entre outros fins. De todos os barcos da região é com certeza o mais bonito.

Pensa-se que os primeiros barcos moliceiros foram construídos nos finais do séc. XVIII. Estes barcos são constituídos por uma vela trapezoidal e duas varas compridas que na falta do vento ou em manobras perigosas, servem para deslocar o barco. É inteiramente feito em pinho e tem o fundo chato e plano de forma a não encalhar nos baixios da Ria. São barcos de borda baixa para facilitar o carregamento do moliço.

Os moliceiros têm uma proa e uma ré muito elegantes que normalmente estão decorados com pinturas que ridicularizam situações do dia-a-dia. O comprimento total é cerca de 15 metros, a largura de boca 2,50 metros e a sua tripulação em geral é formada apenas por dois tripulantes. Navega em pouca altura de água. O castelo da proa é coberto. Como meios de propulsão usa uma vela, a vara e a sirga. A sirga é um cabo que se utiliza na passagem dos canais mais estreitos ou junto às margens, quando navega contra a corrente ou contra o vento.


Após a nossa aventura pelo Museu da Cidade, tivemos uma visita guiada pela Ria de Aveiro, através não de um Moliceiro, mas de um Mercantel.

Alguns de nós vestimos o colete, pois era a primeira vez e tivemos algum receio... Logo no início da nossa viagem começou a chuviscar, mas colocámo-nos por debaixo das pontes, próximo da antiga Capitania de Aveiro. Conhecemos alguns canais da Ria, passámos pelo Fórum, e ficamos a saber alguns pontos históricos: a antiga fábrica de cerâmica Jerónimo Pereira Campos, agora instalações da Câmara Municipal de Aveiro e IEFP (Centro de Emprego e Centro de Formação Profissional), vimos o novo Hotel Melia; a Praça do Peixe; as edifícios de Arte Nova; a ponte mais antiga que fazia ligação da zona da Beira-mar até as Salinas e que tem o símbolo da cidade; vimos o parque do canal São Roque…etc.

Foi super divertido!!!

Pede aos teus pais/encarregados de educação ou aos teus professores e vem até à zona do Rossio conhecer, numa manhã, o Museu e passear de Mercantel ou Moliceiro, vais ver que conjugas o educativo com o lúdico.



Tripulação de Esgueira visita Eco-Museu Marinha da Troncalhada






As marinhas de sal foram uma das principais imagens da região de Aveiro quer economicamente quer pela paisagem que espelhavam. Hoje em dia, restam apenas oito marinhas que preservam viva a actividade e a tradição do salgado aveirense. Actividade esta já conhecida, nesta região, no ano de 959, como comprova o testamento da Condessa Mumadona Dias.

Uma delas é a Marinha da Troncalhada, que está transformada em Eco-museu há já 17 anos, sob a responsabilidade da Câmara Municipal de Aveiro, com o objectivo de preservar o método tradicional de produzir o sal, e manter vivas as memórias e tradições ligadas a esta actividade. Visa, essencialmente, a valorização do património natural e cultural, enquanto recurso do desenvolvimento sustentável, suporte das entidades locais, bens colectivos, testemunhos vitais da memória de um povo e da evolução de um território. João Banca é o marnoto que mantém a produção de sal no Eco-museu, para que os visitantes possam acompanhar todos os passos da actividade ancestral.

A nossa aventura começou por volta das 10:30 horas, do dia 26 de Março de 2010, quando saímos da Escola e apesar do tempo irregular seguimos em direcção ao Rossio. Passámos pela estação de comboios e pela avenida Lourenço Peixinho. Quando chegámos, fomos encaminhados para uma sala do Museu da Cidade de Aveiro, onde a Dra Ana Oliveira fez uma palestra sobre a história, a importância e vida nas salinas e apresentou uma maqueta do Eco-museu da Marinha da Troncalhada e alguns utensílios. Nesse dia a Marinha da Troncalhada estava alagada e enlameada, impossibilitando a realização de uma visita ao local.



terça-feira, 11 de maio de 2010

Baptismo de Vela da Tripulação de Esgueira, no Clube de Vela da Costa Nova











No dia 24 de Abril de 2010, Sábado, as turmas do 5ºD e do 6º E , da Escola Aires Barbosa, fizeram o baptismo de vela no Clube de Vela da Costa Nova, CVCN, com os professores Elvira Capão; Margarida Bontempo; Rui Mendes e Conceição Seabra.

Com esta visita pudemos aprender mais sobre a arte de velejar e experimentar sensações novas. A visita realizou-se no âmbito de Área de Projecto, com o subtema: os desportos náuticos.

Fomos ter à escola às 9:00 horas com os nossos pais e depois de todos reunidos seguimos para a Costa Nova. Estávamos muito entusiasmados e até um pouco receosos com a nova experiência.

A actividade começou por volta das 10:00 horas. Ensinaram-nos os nomes das partes do barco, tais como, a proa, a popa, o patilhão e o leme. O leme é muito importante porque serve para guiar o barco.

Em seguida, em pequenos grupos, vestimos o colete salva-vidas e fomos navegar com um monitor, no canal de Mira da ria de Aveiro. O monitor ensinou-nos as técnicas para andar à vela e todos pudemos andar ao leme. Como éramos poucos alunos, os pais e professores também foram experimentar.

Foi mesmo divertido para nós e também para os nossos familiares e professores. Para além de apreciarmos a bonita paisagem também tivemos a oportunidade de manobrar a vela.

De seguida, dirigimo-nos todos para uma sala, com um instrutor, que nos deu algumas informações dos cursos e cursos de verão, e nos ofereceu uma camisola do Clube. Após estarmos todos janotas com as camisolas, veio a foto de grupo!

Foi um belo início de fim-de-semana! Foi uma actividade fantástica, não só pela prática da modalidade da Vela mas também pelos convívios estabelecidos entre pais, alunos e professores.


Ana Luís Sousa
, Nº 3 e João Miguel Claro, Nº 20 do 5º D


segunda-feira, 10 de maio de 2010

Tripulação de Esgueira visita Zona Húmida do Baixo Vouga Lagunar (Salreu)








No dia 23 de Abril de 2010, a nossa turma (5ºD), foi com as professoras Elvira Capão e Isabel Pereira à Reserva Natural de Salreu, no âmbito da disciplina de Área de Projecto, com o objectivo de observar a fauna e flora da zona.

Partimos de comboio, às 9:15 horas, da Estação de Aveiro. Chegámos a Salreu às 9:30 horas e depois de uma breve caminhada, chegamos à reserva.

Começámos por ouvir uma palestra, realizada pela bióloga, Dr.ª Lucília Guedes, sobre a Zona. Aprendemos que esta reserva é muito importante, nomeadamente, para as aves, pois é naquele sítio, que se alimentam e abrigam. Também foram dadas informações sobre o seu passado e sobre a água que é abundante nesse local.

Por sorte, numa vala (de água doce) e num esteiro (de água salgada), observamos duas espécies de patos diferentes, um Pato-real e um Pato-negro. Também foi curioso ter observado uma árvore, cujo nome vulgar é, árvore exótica, um outro tipo de acácia, também maléfica para as outras plantas, pois não as deixa desenvolver e é originária da Austrália.

De seguida, fomos fazer uma caminhada para observar a fauna e a flora da zona. Observamos a seguinte fauna: Cegonhas; Garças - cinzentas; Lagostins vermelhos (que são maléficos pois destroem as raízes dos arrozais), Gaivotas; Patos; Águias sapeiras; aves de rapina; Águias de asa redonda; Libelinhas; Garças – brancas (têm pescoço largo e pernas compridas); Pilritos; Maçaricos e Rãs. Também, observámos ninhos de cegonhas, tocas onde os animais se abrigam, locais onde as rãs hibernam e caniçais (locais onde as águias sapeiras põem os ovos).

Que grandes sortudos! Fomos num dia em que os animais estavam bem-dispostos para nos receber!

Durante a nossa caminhada, também observámos a seguinte flora: salgueiros; canas das tábuas (que antigamente eram utilizadas para a cama do gado); arrozais; pinheirinhos (que são uma praga), amieiros e seixoeiros.

No fim de observarmos a nossa bonita Natureza, dirigimo-nos novamente à estação de comboios. Chegámos a Aveiro às 12:30 horas e fomos para a escola, muito satisfeitos com a visita.

Foi uma visita espectacular, pois aprendemos muitas coisas novas e observámos muitos animais e plantas bonitas. Espero que da próxima vez façamos o percurso completo.

Nunca nos podemos esquecer que é muito importante proteger a Natureza pois é dela que o Homem precisa!

João Miguel Almeida Rodrigues Claro, Nº 20 do 5º D

terça-feira, 13 de abril de 2010

Tripulação de Esgueira visita a Reserva Natural das Dunas de São Jacinto










Mais uma vez acordámos para viver uma nova aventura.

Os alunos do 5º D da Escola Aires Barbosa, os seus Encarregados de Educação e as Professoras Elvira Capão, Isabel Pereira e Margarida Bontempo, marcaram lugar na paragem das lanchas, no Forte da Barra, por volta das 8 horas e 30 minutos.

Apesar do tempo de aguaceiros, demos início à nossa actividade até São Jacinto. Logo após verificação das presenças, despedimo-nos dos Encarregados de Educação e marcámos nova reunião por volta das 14 horas e 40 minutos e partimos de lancha. A viagem correu bem e rápida, sentia-se algum medo em alguns alunos, pois foi o seu baptismo.

Quando chegámos, fizemos uma caminhada até à praia, onde nos esperavam a bióloga Lucília Guedes e os senhores da RTP2, para a gravação das nossas actividades para o programa “Biosfera”.

Qual foi o nosso espanto quando reparámos que mesmo "à porta" da praia se encontrava um monte de lixo mesmo próximo dos contentores de reciclagem. Esperamos que para a próxima visita não continue no local. Calçámos as luvas e sentámo-nos no passadiço, para ouvir a bióloga falar sobre as dunas. Em seguida a professora Elvira e a bióloga escolheram alguns alunos e sentaram-se à volta de uma zona previamente marcada com estacas e corda, onde identificaram espécies da fauna e flora características da zona. Concluída esta actividade a turma foi dividida em dois grupos, um grupo foi para a actividade da recolha do chorão (praga das dunas) e o outro foi para a plantação do estorno (necessário para assegurar as areias). Passado algum tempo os grupos trocaram de actividade e por volta das 11.30 horas todos tiveram um pequeno intervalo para lanchar.

Acabado o lanche, o 1º grupo foi levado, através do jipe das FAPAS, para a mata da reserva de São Jacinto, onde aguardaram pelo 2º grupo. Enquanto esperavam, o tempo mudou e até caiu granizo. Os senhores da RTP não continuaram com as gravações e a bióloga deixou-nos com a engenheira que nos explicou no centro de exposição a necessidade de se retirarem as plantas – as Acácias. De seguida, dirigimo-nos para a mata, identificámos a planta e começámos a recolhê-la, mas ficámos pouco tempo devido ao ataque de melgas.

Por volta das 12.30 horas caminhámos para o abrigo da paragem da lancha onde concluímos o lanche. O tempo foi piorando até que fomos obrigados a permanecer num café, até à hora da lancha. Embarcámos e apanhámos turbulência. Chegámos por volta das 14.40 horas e os Encarregados de Educação já estavam à nossa espera.

Foi muito interessante vivenciarmos e conhecermos aquilo que aprendemos, pois recordaremos os conteúdos com a experiência. E acima de tudo sabemos que ajudamos para um mundo melhor.

Tente também contribuir, não deite lixo, nem pise as dunas.


quinta-feira, 1 de abril de 2010

Escola Secundária com 3.º CEB Dr. Mário Sacramento lança...


Vamos passar a informação à Família, aos Amigos, aos Professores e conhecidos!
Não se esqueçam da máquina fotográfica quando estiverem à beira-mar...

Contamos convosco!!!

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Consultar Regulamento aqui.