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sexta-feira, 25 de junho de 2010

A tripulação de Esgueira volta a São Jacinto














No dia 25 de Maio de 2010, alguns alunos da turma do 5º D foram com as professoras Elvira Capão e Margarida Bontempo às Dunas de São Jacinto, no âmbito de Área de Projecto. Tínhamos encontro marcado às 8:20 no Forte da Barra onde nos reunimos e partimos para S. Jacinto, de lancha.

Chegámos por volta das 9 horas e dirigimo-nos às dunas. Andámos, andámos e andámos até chegarmos ao nosso destino e comemos o nosso lanche. Reparámos que o lixo próximo dos contentores já tinha desaparecido e ficámos muito contentes.

A Bióloga Lucília Guedes já estava à nossa espera e iniciámos as nossas actividades por observar alguma vegetação que entretanto cresceu e que não tínhamos visto na visita anterior, como: Cordeirinhos–da-praia; perpétuas-das-areias; murganheira-da-praia; couve-marinha; escrofulária; “cauda-de-coelho”; cardo-marítimo, entre outras.

De seguida, fomos ver o estorno que plantámos (monitorizar), e tivemos a feliz notícia que houve 100% de sobrevivência. Colocámos uma fita à volta do estorno para que não fosse pisado. Reparámos que no terreno apareciam pegadas e para que fosse valorizado o trabalho feito e se sensibilize a comunidade, colocámos uma placa a dizer “VAMOS PROTEGER AS DUNAS”. Tirámos uma fotografia para o nosso álbum.

Depois dirigimo-nos para uma zona de areal próximo do passadiço e realizámos o Atelier de Pegadas e seguimos as orientações. Quando concluímos esta actividade, lanchámos e ainda tivemos tempo de verificar se o chorão arrancado na visita anterior já tinha sido recolhido, mas foi o nosso espanto que ainda algum ficou e já estava a pegar. Dirigimo-nos para o monte e arrancámos o novo chorão. Era necessário que fosse removido do local para não voltar a crescer.

Gostaríamos que a Junta de Freguesia de S. Jacinto valorizasse esta zona, em qualquer época do ano. Pois, é muito feio chegar aqui e depararmo-nos com caixotes do lixo neste estado, com poucas informações e aquelas que existem estão danificadas ou inexistentes. Fizemos um bom trabalho e esperamos continuá-lo para o próximo ano lectivo.

Seguimos a pé pelas ruas de S. Jacinto e dirigimo-nos para o Ferryboat. Foi uma nova experiência para muitos dos alunos. Foi muito interessante voltar às dunas, pois observámos o crescimento do estorno, que nós plantámos, e ainda deixámos indicações para ajudar a protegê-las. Regressámos a Aveiro com a esperança de voltar e continuar o trabalho de recuperar e valorizar esta zona.

Aconselhamos e convidamos a todos a irem visitar as dunas de S. Jacinto, pois é uma zona rica de paisagens e muito bonita.



Os alunos da turma D do 5º ano de Aires Barbosa


quarta-feira, 23 de junho de 2010

Tripulação de Esgueira participa em Pedi Paper inter-escolas



A Tripulação de Esgueira participou no Pedi Paper Inter-Escolas 2010, subordinado ao tema "À Descoberta das Maravilhas da minha Cidade" e conquista o 2.º Lugar.




Tripulação de Esgueira participa no VII Fórum Infanto-Juvenil da Terra

Estivemos presentes no VII Fórum Infanto-Juvenil "Terra - Um Mundo Vivo", que teve lugar no Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, no passado dia 22 de Abril.
Depois de sermos recebidos pelo secretariado, sentámo-nos nos nossos lugares e aguardámos que as outras escolas chegassem. Entretanto o tempo passava e os alunos das outras escolas vinham aos poucos.

Por volta das 14.30 deu-se inicio das apresentações, mas ficámos um pouco tristes pois a abertura do Fórum foi durante a manhã e à tarde não estava ninguém das personalidades.


Ficámos expectantes com as apresentações das outras escolas e principalmente nervosos com a nossa apresentação.
As escolas que participaram antes de nós apresentaram em PowerPoint os trabalhos, fazendo uma leitura dos mesmos. Eram interessantes mas um pouco maçadores, pois os temas eram semelhantes e parecia que se repetiam.

Quando chegou a nossa vez de apresentar, os nossos colegas Maria José e Gabriel apresentaram a turma e o trabalho que foi realizado no âmbito de Área de Projecto, duma forma geral. A nossa professora, Elvira Capão iniciou o discurso avisando que não se iria dar uma aula de Área de Projecto mas a apresentação de algumas visitas de estudo realizadas ao longo do 2º Período.

Foram apresentados dois filmes, um, sobre a visita a São Pedro do Sul e outro filme sobre as visitas a São Jacinto, ao Museu da Troncalhada e passeio de Moliceiro. Foi uma surpresa para nós pois foi a primeira vez que vimos os filmes e ficamos muito felizes de reviver aqueles momentos.

Partilhamos convosco o nosso filme!


quarta-feira, 19 de maio de 2010

Tripulação de Esgueira numa aventura pelos canais da Ria de Aveiro






Moliceiro é o nome dado aos barcos que circulam na Ria de Aveiro, região lagunar do Rio Vouga. Esta embarcação era originalmente utilizada para a apanha do moliço, mas actualmente é mais usada para fins turísticos. É um dos ex-líbris de Aveiro, em conjunto com os Ovos-moles e a Universidade de Aveiro.

De entre os barcos típicos da região, o moliceiro é considerado o mais elegante; apesar da decoração colorida e humorística, é um barco de trabalho para a apanha do moliço, o qual era a principal fonte de adubagem nas terras agrícolas de Aveiro. Mas, teve também outras tarefas, como as agrícolas, ligadas às margens lagunares, transportando alfaias, sementes e cereais, fertilizantes animais, lenha, mobiliário e até gado entre outros fins. De todos os barcos da região é com certeza o mais bonito.

Pensa-se que os primeiros barcos moliceiros foram construídos nos finais do séc. XVIII. Estes barcos são constituídos por uma vela trapezoidal e duas varas compridas que na falta do vento ou em manobras perigosas, servem para deslocar o barco. É inteiramente feito em pinho e tem o fundo chato e plano de forma a não encalhar nos baixios da Ria. São barcos de borda baixa para facilitar o carregamento do moliço.

Os moliceiros têm uma proa e uma ré muito elegantes que normalmente estão decorados com pinturas que ridicularizam situações do dia-a-dia. O comprimento total é cerca de 15 metros, a largura de boca 2,50 metros e a sua tripulação em geral é formada apenas por dois tripulantes. Navega em pouca altura de água. O castelo da proa é coberto. Como meios de propulsão usa uma vela, a vara e a sirga. A sirga é um cabo que se utiliza na passagem dos canais mais estreitos ou junto às margens, quando navega contra a corrente ou contra o vento.


Após a nossa aventura pelo Museu da Cidade, tivemos uma visita guiada pela Ria de Aveiro, através não de um Moliceiro, mas de um Mercantel.

Alguns de nós vestimos o colete, pois era a primeira vez e tivemos algum receio... Logo no início da nossa viagem começou a chuviscar, mas colocámo-nos por debaixo das pontes, próximo da antiga Capitania de Aveiro. Conhecemos alguns canais da Ria, passámos pelo Fórum, e ficamos a saber alguns pontos históricos: a antiga fábrica de cerâmica Jerónimo Pereira Campos, agora instalações da Câmara Municipal de Aveiro e IEFP (Centro de Emprego e Centro de Formação Profissional), vimos o novo Hotel Melia; a Praça do Peixe; as edifícios de Arte Nova; a ponte mais antiga que fazia ligação da zona da Beira-mar até as Salinas e que tem o símbolo da cidade; vimos o parque do canal São Roque…etc.

Foi super divertido!!!

Pede aos teus pais/encarregados de educação ou aos teus professores e vem até à zona do Rossio conhecer, numa manhã, o Museu e passear de Mercantel ou Moliceiro, vais ver que conjugas o educativo com o lúdico.



Tripulação de Esgueira visita Eco-Museu Marinha da Troncalhada






As marinhas de sal foram uma das principais imagens da região de Aveiro quer economicamente quer pela paisagem que espelhavam. Hoje em dia, restam apenas oito marinhas que preservam viva a actividade e a tradição do salgado aveirense. Actividade esta já conhecida, nesta região, no ano de 959, como comprova o testamento da Condessa Mumadona Dias.

Uma delas é a Marinha da Troncalhada, que está transformada em Eco-museu há já 17 anos, sob a responsabilidade da Câmara Municipal de Aveiro, com o objectivo de preservar o método tradicional de produzir o sal, e manter vivas as memórias e tradições ligadas a esta actividade. Visa, essencialmente, a valorização do património natural e cultural, enquanto recurso do desenvolvimento sustentável, suporte das entidades locais, bens colectivos, testemunhos vitais da memória de um povo e da evolução de um território. João Banca é o marnoto que mantém a produção de sal no Eco-museu, para que os visitantes possam acompanhar todos os passos da actividade ancestral.

A nossa aventura começou por volta das 10:30 horas, do dia 26 de Março de 2010, quando saímos da Escola e apesar do tempo irregular seguimos em direcção ao Rossio. Passámos pela estação de comboios e pela avenida Lourenço Peixinho. Quando chegámos, fomos encaminhados para uma sala do Museu da Cidade de Aveiro, onde a Dra Ana Oliveira fez uma palestra sobre a história, a importância e vida nas salinas e apresentou uma maqueta do Eco-museu da Marinha da Troncalhada e alguns utensílios. Nesse dia a Marinha da Troncalhada estava alagada e enlameada, impossibilitando a realização de uma visita ao local.



segunda-feira, 10 de maio de 2010

Tripulação de Esgueira visita Zona Húmida do Baixo Vouga Lagunar (Salreu)








No dia 23 de Abril de 2010, a nossa turma (5ºD), foi com as professoras Elvira Capão e Isabel Pereira à Reserva Natural de Salreu, no âmbito da disciplina de Área de Projecto, com o objectivo de observar a fauna e flora da zona.

Partimos de comboio, às 9:15 horas, da Estação de Aveiro. Chegámos a Salreu às 9:30 horas e depois de uma breve caminhada, chegamos à reserva.

Começámos por ouvir uma palestra, realizada pela bióloga, Dr.ª Lucília Guedes, sobre a Zona. Aprendemos que esta reserva é muito importante, nomeadamente, para as aves, pois é naquele sítio, que se alimentam e abrigam. Também foram dadas informações sobre o seu passado e sobre a água que é abundante nesse local.

Por sorte, numa vala (de água doce) e num esteiro (de água salgada), observamos duas espécies de patos diferentes, um Pato-real e um Pato-negro. Também foi curioso ter observado uma árvore, cujo nome vulgar é, árvore exótica, um outro tipo de acácia, também maléfica para as outras plantas, pois não as deixa desenvolver e é originária da Austrália.

De seguida, fomos fazer uma caminhada para observar a fauna e a flora da zona. Observamos a seguinte fauna: Cegonhas; Garças - cinzentas; Lagostins vermelhos (que são maléficos pois destroem as raízes dos arrozais), Gaivotas; Patos; Águias sapeiras; aves de rapina; Águias de asa redonda; Libelinhas; Garças – brancas (têm pescoço largo e pernas compridas); Pilritos; Maçaricos e Rãs. Também, observámos ninhos de cegonhas, tocas onde os animais se abrigam, locais onde as rãs hibernam e caniçais (locais onde as águias sapeiras põem os ovos).

Que grandes sortudos! Fomos num dia em que os animais estavam bem-dispostos para nos receber!

Durante a nossa caminhada, também observámos a seguinte flora: salgueiros; canas das tábuas (que antigamente eram utilizadas para a cama do gado); arrozais; pinheirinhos (que são uma praga), amieiros e seixoeiros.

No fim de observarmos a nossa bonita Natureza, dirigimo-nos novamente à estação de comboios. Chegámos a Aveiro às 12:30 horas e fomos para a escola, muito satisfeitos com a visita.

Foi uma visita espectacular, pois aprendemos muitas coisas novas e observámos muitos animais e plantas bonitas. Espero que da próxima vez façamos o percurso completo.

Nunca nos podemos esquecer que é muito importante proteger a Natureza pois é dela que o Homem precisa!

João Miguel Almeida Rodrigues Claro, Nº 20 do 5º D

terça-feira, 13 de abril de 2010

Tripulação de Esgueira visita a Reserva Natural das Dunas de São Jacinto










Mais uma vez acordámos para viver uma nova aventura.

Os alunos do 5º D da Escola Aires Barbosa, os seus Encarregados de Educação e as Professoras Elvira Capão, Isabel Pereira e Margarida Bontempo, marcaram lugar na paragem das lanchas, no Forte da Barra, por volta das 8 horas e 30 minutos.

Apesar do tempo de aguaceiros, demos início à nossa actividade até São Jacinto. Logo após verificação das presenças, despedimo-nos dos Encarregados de Educação e marcámos nova reunião por volta das 14 horas e 40 minutos e partimos de lancha. A viagem correu bem e rápida, sentia-se algum medo em alguns alunos, pois foi o seu baptismo.

Quando chegámos, fizemos uma caminhada até à praia, onde nos esperavam a bióloga Lucília Guedes e os senhores da RTP2, para a gravação das nossas actividades para o programa “Biosfera”.

Qual foi o nosso espanto quando reparámos que mesmo "à porta" da praia se encontrava um monte de lixo mesmo próximo dos contentores de reciclagem. Esperamos que para a próxima visita não continue no local. Calçámos as luvas e sentámo-nos no passadiço, para ouvir a bióloga falar sobre as dunas. Em seguida a professora Elvira e a bióloga escolheram alguns alunos e sentaram-se à volta de uma zona previamente marcada com estacas e corda, onde identificaram espécies da fauna e flora características da zona. Concluída esta actividade a turma foi dividida em dois grupos, um grupo foi para a actividade da recolha do chorão (praga das dunas) e o outro foi para a plantação do estorno (necessário para assegurar as areias). Passado algum tempo os grupos trocaram de actividade e por volta das 11.30 horas todos tiveram um pequeno intervalo para lanchar.

Acabado o lanche, o 1º grupo foi levado, através do jipe das FAPAS, para a mata da reserva de São Jacinto, onde aguardaram pelo 2º grupo. Enquanto esperavam, o tempo mudou e até caiu granizo. Os senhores da RTP não continuaram com as gravações e a bióloga deixou-nos com a engenheira que nos explicou no centro de exposição a necessidade de se retirarem as plantas – as Acácias. De seguida, dirigimo-nos para a mata, identificámos a planta e começámos a recolhê-la, mas ficámos pouco tempo devido ao ataque de melgas.

Por volta das 12.30 horas caminhámos para o abrigo da paragem da lancha onde concluímos o lanche. O tempo foi piorando até que fomos obrigados a permanecer num café, até à hora da lancha. Embarcámos e apanhámos turbulência. Chegámos por volta das 14.40 horas e os Encarregados de Educação já estavam à nossa espera.

Foi muito interessante vivenciarmos e conhecermos aquilo que aprendemos, pois recordaremos os conteúdos com a experiência. E acima de tudo sabemos que ajudamos para um mundo melhor.

Tente também contribuir, não deite lixo, nem pise as dunas.


segunda-feira, 22 de março de 2010

Uma aventura pelo Bioparque e Termas de São Pedro do Sul









A turma do 5ºD, da EB2,3 Aires Barbosa e as professoras Elvira Capão, Isabel Pereira e Antónia Branco realizaram no dia 12 de Março uma visita ao Bioparque do Pisão e às Termas de São Pedro Sul, no âmbito do tema de área de projecto: “Os Segredos que a água esconde”.

Saímos às 8:45 horas de autocarro. Durante a viagem tivemos o privilégio de ver as bonitas paisagens naturais, pois o autocarro andava tão devagar que dava para observar tudo a pormenor. Como era de esperar chegámos atrasados ao Parque, por volta das 10:30 horas. Fomos muito bem recebidos pelos monitores, Sofia, Rita, João e Daniel. Mas antes de começarmos a realizar as actividades, fomos comer qualquer coisa, pois a fome já apertava.

Iniciámos com a actividade arvorismo/pista de obstáculos com slide. Uns fizeram a pista mais alta, pois tinham altura e a maioria fez a pista mais pequena. Até as professoras Elvira Capão e Antónia Branco se lançaram na aventura. Foi super divertido, pois foi uma forma de começarmos a praticar desportos, agora em terra, os próximos serão na água. Assim já temos termos de comparação quando praticarmos, por exemplo a vela.

A seguir fizemos Tiro ao Arco, que parecia fácil, mas não foi bem assim. Depois da explicação, os monitores estiveram sempre junto de cada um para ajudar a pegar no arco, pois era necessário muita força para o segurar, puxar o fio e colocar a seta. Era muito raro, alguém acertar no alvo.

Finalmente fomos caminhar num percurso até chegar aos moinhos. Ao longo do percurso a professora de Ciências da Natureza explicava aos alunos algumas espécies de flora, como o Musgo, as Bétulas, os Carvalhos, as Giestas; os Pinheiros e… Sabiam que os Líquenes são os indicadores de ar puro?! Pois é! E nessa zona existiam muitos.

Quanto à Fauna encontrámos os Alfaiates, que são indicadores da qualidade da água, na água das pequenas lagoas que se formavam à beira dos moinhos. Não conseguimos ver os Esquilos, mas sabemos que existem muitos, porque costumam sair por volta das 6/7h da manhã e mas é possível que se tenham assustado com algum ruído que fizemos.

Já nos moinhos observamos o interior de um. Vimos, também, uma cachoeira de água límpida e muito fria. Os caminhos estavam degradados, pois notavam-se os tubos de água, que fornece parte da região, devido às chuvadas que se fizeram sentir nas últimas semanas.

Já eram 13:30 horas quando fomos almoçar à cantina da Escola Profissional de Carvalhal, onde fomos muito bem recebidos e servidos. Por volta das 14: 30 saímos para as Termas e quando chegámos tivemos uma desilusão pois o Senhor que ia fazer de guia não teve paciência de esperar por nós e a visita acabou por não se realizar. Mas tivemos uma equipa espectacular de monitores (o Daniel, a Rita e o João), que logo nos orientaram para as fontes da água de enxofre e logo a seguir fomos visitar o Museu do Balneário da Rainha Dona Amélia.

Encontrámos livros dos primeiros Aquistas (sabias que este era o nome que se dava aos clientes das termas?); a farda utilizada no tratamento de Balneoterapia; as banheiras feitas em mármore e que estavam abaixo do chão; os vários tipos de duches e sua finalidade; etc. Foi muito interessante e, por momentos, conseguimo-nos imaginar naquela época.

Viemos para o átrio de entrada do balneário, ofereceram-nos uma revista sobre “Termas S. Pedro do Sul – 10 Boas Razões para vir às termas…” e continuámos a nossa aula de história. Dirigimo-nos para as ruínas do 1º Balneário de D. Afonso Henriques, que está num lamentável estado. Apesar da placa do Ministério da Cultura a avisar do Projecto de Valorização tudo está ao abandono.

Nós, jovens, não entendemos, pois somos constantemente sensibilizados para a preservação do nosso Património, qualquer que seja ele e nas aulas os professores ensinam-nos a história de Portugal e os seus valores e aqui tivemos a prova de que os crescidos não aprenderam quando tinham a nossa idade e que agora, estando em lugares de chefia, não conseguem pôr em prática a importante preservação do que é a identidade dos Portugueses. É lamentável que tenhamos que presenciar estes casos e não possamos fazer muito.

Apenas deixamos aqui um alerta para aqueles que precisam de ser sensibilizados, para que cuidem do nosso Património e que o Valorizem, não o destruam, requalifiquem e façam uso válido daquilo que já temos.

Esta aventura acabou por volta das 16 horas, dentro de um café a lancharmos e depois partimos para Aveiro.

Esperamos que tenhas sentido esta aventura com o mesmo entusiasmo com que nós a vivemos.

Aqui deixamos o convite para um dia bem passado com os teus pais/encarregados de educação e família ou professores e colegas!


quinta-feira, 11 de março de 2010

Esgueira dinamiza Acção de Formação "As Dunas de São Jacinto"



No passado dia 12 de Fevereiro, com a visita da Bióloga Lucília Guedes, da Agência Portuguesa do Ambiente, a Tripulação de Esgueira aprendeu mais sobre as Dunas de São Jacinto.

O QUE SÃO AS DUNAS?
As Dunas são montes de areia onde existem plantas e animais que protegem a terra do avanço do Mar. As Dunas também são o habitat, o alimento e o local de reprodução de plantas e animais.
Antigamente, as plantas das Dunas serviam para a alimentação humana (como é o caso das camarinhas).

Nas Dunas o clima é difícil - o calor e o vento são muito fortes e existe muita falta de água. Mas, mesmo assim, nas Dunas existem muitas espécies de animais como é o caso do Pilrito, do Louva-a-Deus, do Ouriço e do Musaranho. E existem, também, plantas como por exemplo o Chorão (vindo da África do Sul, e que é considerado uma planta invasora) e o Estorno (uma planta que segura muito bem as areias).

COMO PROTEGER AS DUNAS?
1. Não rebolar nem pisar as dunas.
2. Não circular nas dunas com viaturas todo-o-terreno.
3. Não atirar lixo.
4. Não retirar areia.
5. Não apanhar sol nas dunas.
6. Não construir edifícios.
7. Não praticar campismo selvagem.
8. Usar os passadiços e as passadeiras.
9. Respeitar as plantas e os animais dunares.

Esperemos que tenham gostado destas informações, tanto como nós, e aprendido mais sobre as Dunas.

Em breve voltaremos para contar como correu a nossa viagem à Reserva Natural das Dunas de São Jacinto!


quarta-feira, 10 de março de 2010

Apresentação da Tripulação da EB2,3 Aires Barbosa

Olá, nós somos alunos da Escola Aires Barbosa, do 5º D, em Esgueira, Aveiro.
A nossa turma tem 27 alunos, 14 meninas e 13 rapazes, com idades compreendidas entre os 10 e 12 anos.

A nossa Directora de Turma, Elvira Capão, é professora de E.V.T.; Área de Projecto e Formação Cívica. A professora Margarida Bontempo também é nossa professora de Área de Projecto e Educação Musical.
Quase todos nós andamos juntos desde o primeiro ano do 1.º ciclo (alguns até desde o pré-escolar). Somos simpáticos e relacionamo-nos bem. Por vezes, há conflitos entre nós, mas logo os resolvemos.

Os professores queixam-se de sermos faladores e dizem que nem sempre aproveitamos bem as nossas capacidades para ter melhores resultados. É verdade que nos empenhamos mais em actividades que sejam do nosso agrado, que não obriguem a tanto estudo… No entanto, não pensem que somos fraquinhos; há alunos muito bons, bons e assim assim.

Temos preferências muito variadas, na música, no desporto, nas leituras, nos hobbies. Gostamos de todas as disciplinas, em especial LPO, CNT, EVT, TIC; nos nossos tempos livres, vemos televisão, jogamos à bola, andamos de bicicleta, ouvimos música, estudamos (alguns…); gostamos muito de fazer desporto, nomeadamente futebol, natação, equitação, ginástica.
Os clubes que mais adeptos têm na nossa turma são o Sporting, o Benfica, o Porto e, claro, o Beira-Mar. Estudar e acordar cedo, temos de fazer, mas não apreciamos.

Agora que as apresentações estão feitas, vamos falar-vos da nossa escola.

É uma escola bastante organizada e segura, que fica numa das freguesias de Aveiro, Esgueira, na qual muitos de nós vivemos.
O nome da nossa escola foi escolhido para prestar homenagem a um homem de Esgueira tão importante que, depois de ter dado aulas no estrangeiro, foi escolhido para educar D. Afonso, irmão do rei D. João III.

Aires Barbosa foi um humanista e pedagogo notável, que nasceu ainda no século XV e morreu já no século XVI. Fez os primeiros estudos em Portugal e, mais tarde, foi estudar para Salamanca, aí bem perto de vós, onde também deu aulas.
A nossa escola escolheu-o para patrono e este ano foi comemorado o Dia do Patrono, assinalando a data em que morreu (por se desconhecer o dia do seu nascimento).
Agora vamos partilhar um pouco do mesmo interesse pelo MAR e por tudo que lhe esteja relacionado.

Em Área de Projecto abraçamos também este projecto do KIT DO MAR, pois está relacionado com o nosso tema principal - a “Água”.
Já realizamos algumas investigações, tratadas em Word, outros em PowerPoint, outros em Photo Story, um pequeno filme, algumas entrevistas. Alguns alunos já recolheram alguns lixos trazidos do mar ou que estavam na praia, etc. Depois de termos toda a informação necessária sobre os sítios destinados a visitar, programamos as visitas.

Estamos muito motivados para conhecer tudo o que a nossa zona nos pode oferecer.


Para o 2.º Período já agendámos:

- Uma Acção de Formação sobre “As Dunas de São Jacinto”, que foi realizada no dia 12 de Fevereiro de 2010, contando com a presença da Bióloga Lucília Guedes da Agência Portuguesa de Ambiente;
- Visita às Termas de São Pedro do Sul e ao Bio Parque situado em Carvalhais, no dia 12 de Março de 2010;
- Visita à Reserva Natural das Dunas de São Jacinto, no dia 19 de Março de 2010. Temos como objectivo arrancar o Chorão e plantar o Estorno;
- Visita ao
Eco-Museu Marinha da Troncalhada e passeio em Barco Moliceiro, no dia 26 de Março de 2010.

Com estas actividades, o nosso objectivo principal é conhecer o máximo de tudo o que investigamos, pois a experiência e o conhecimento real é mais enriquecedor.
Depois partilharemos as nossas aventuras…